terça-feira, 18 de junho de 2013

O que é um CMS?



CMS são as siglas de Content Management System, que se traduz diretamente ao português como Sistema de Gerenciamento de Conteúdos. Como seu próprio nome indica, é um sistema que nos permite gerenciar conteúdos. Em linhas gerais, um CMS permitiria administrar conteúdos em meio digital e para o caso particular que nos ocupa, um CMS permitiria gerenciar os conteúdos de uma web.

Em outras palavras, um CMS é uma ferramenta que permite a um editor criar, classificar e publicar qualquer tipo de informação em uma página web. Geralmente, os CMS trabalham contra um banco de dados, de modo que o editor simplesmente atualiza um banco de dados, incluindo nova informação ou editando a existente.

Imaginem um jornal ou qualquer outra página medianamente complexa. Principalmente aquelas que têm que ser atualizadas diariamente ou várias vezes por dia, onde ademais, as pessoas que editam a informação não têm conhecimentos de informática. A estes redatores se tem que facilitar o trabalho mediante uma ferramenta que lhes permita subir informações à web e classificá-las para que apareçam no lugar correto. É claro que estas pessoas não devem se preocupar com o código da página nem as particularidades de programação da plataforma onde estiver hospedada a web. Eles só devem se concentrar em escrever as notícias, ou qualquer tipo de conteúdos e logo publicá-las na página por um sistema intuitivo e rápido. Uma vez publicadas e classificadas, as informações devem aparecer na página web automaticamente, nos lugares onde o editor tiver decidido.

Uma ferramenta CMS geralmente conterá uma interface baseada em formulários, aos que habitualmente se acessa com o navegador, onde se podem inscrever os conteúdos facilmente. Esses conteúdos logo aparecerão na página nos lugares onde se indicou ao inscrevê-los. Portanto, um CMS estará composto de duas partes, um back e um front, sendo o back a parte onde os administradores publicam as informações e o front a parte onde os visitantes visualizam as mesmas.

Classificação de CMS

No mundo dos CMS há centenas de possibilidades e de variantes, já seja por suas funcionalidades, casos de uso ou pelas tecnologias que se utilizam para criar as infra-estruturas para a publicação e visualização de conteúdos.

Uma primeira classificação de CMS se poderia dar entre sistemas proprietários e não proprietários. Digamos que um sistema proprietário é o primeiro exemplo que podemos encontrar de CMS, visto que são ferramentas criadas à medida para atualizar uma página web. Qualquer página que se crie e inclua um sistema para atualizá-la através de formulários, ou qualquer interface que facilite a publicação, é um sistema CMS. Nos primórdios da web, não existiam sistemas CMS, comerciais ou gratuitos, para gerenciar os conteúdos dos sites, por isso tinha-se que programar um sistema para poder atualizá-la rapidamente, próprio para essa web. Por exemplo, CriarWeb.com tem um CMS proprietário, desenvolvidos pelos criadores do site. Por outro lado, temos os CMS não proprietários (busquei alguma palavra para me referir a eles, porém sinto dizer que não a encontro. Agradeceria se alguém souber dizer "não proprietário" em uma única palavra e o colocasse como comentário deste artigo.), são sistemas que se desenvolveram através de empresas ou instituições e que se disponibilizam para que sejam utilizados para a criação de qualquer tipo de página web. Estes CMS não proprietários são, em muitos dos casos, completamente configuráveis, ou seja, que servem para produzir qualquer tipo de web com qualquer classificação de seções e conteúdos.



Outra maneira de classificar os CMS seria em função da utilização dos mesmos, já seja para criar uma web empresarial, uma publicação como revista ou jornal, um blog, um sistema e-learning, um Wiki, uma loja, fórum...

Exemplos de CMS





Já que estamos tratando um tema importante, que certamente interessará a muitos leitores, iremos publicando novos artigos em criarweb.com concernentes a sistemas CMS, pontuando e comentando alguns sistemas que tivermos a ocasião de provar. Porém, enquanto isso, podemos dar alguns exemplos de CMS populares que existem no mercado.

Vignette: http://www.vignette.com
É um sistema CMS comercial, que cá pra nós, deve ser bastante caro. É importante comentá-lo por ser o primeiro sistema CMS comercial que apareceu no mercado.

Drupal: http://drupal.org/
Um dos CMS mais populares, neste caso gratuito e open source. Criado em PHP e com possibilidade de utilizar várias bancos de dados distintos, por padrão MySQL.

Mambo: http://www.mamboserver.com/
Um sistema CMS livre e gratuito, criado em PHP. Pode-se ler o artigo sobre Mambo, sistema de administração de conteúdos publicado em CriarWeb.com.

Joomla!: http://www.joomla.org/
É um CMS de código livre, também criado em PHP. Surge como uma melhora ou ampliação de Mambo

Wordpress: http://wordpress.org/
O CMS para a criação de blogs por excelência. O mais utilizado e valorizado, também criado em PHP e gratuito.

OsCommerce: http://www.oscommerce.com/
O sistema gerenciador de conteúdos de código livre, para a criação de uma loja mais conhecido e utilizado.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Plano de Negocio


Um plano de negócio é um documento que descreve por escrito os objetivos de um negócio e quais passos devem ser dados para que esses objetivos sejam alcançados, diminuindo os riscos e as incertezas. Um plano de negócio permite identificar e restringir seus erros no papel, ao invés de cometê-los no mercado.

O plano de negócio é o instrumento ideal para traçar um retrato fiel do mercado, do produto e das atitudes do empreendedor, o que propicia segurança para quem quer iniciar uma empresa com maiores condições de êxito ou mesmo ampliar ou promover inovações em seu negócio.

Elaborando pessoalmente o seu plano de negócio, você tem a oportunidade de preparar um plano sob medida, baseado em informações que você mesmo levantou e nas quais pode depositar mais confiança.

  • Análise de Mercado
    • Estudo dos clientes
    • Estudo dos concorrentes
    • Estudo dos fornecedores
  • Plano de Marketing
    • Descrição dos principais produtos e serviços    
    • Preço
    • Estratégias promocionais
    • Estrutura de comercialização
    • Localização do negócio
  • Plano Operacional
    • Layout
    • Capacidade produtiva/comercial/serviços
    • Processos operacionais
    • Necessidade de pessoal
  • Plano Financeiro
    • Estimativa dos investimentos fixos
    • Capital de giro
    • Estimativa do faturamento mensal da empresa
    • Indicadores de viabilidade    
    • Demonstrativo de resultados

sábado, 4 de maio de 2013

Uma nova moeda no mercado!!!



Ultimamente tenho me deparado em sites de noticias sobre uma moeda virtual chamada Bitcoins, como minha curiosidade é grande resolvi dar uma garimpada da rede a procura de mais informações, o que acabei descobrindo que é um sistema Virtual muito complexo, que não tem influencias de governo ou de qualquer entidade.

Como funciona?

Como um novo usuário, basta escolher uma carteira para ser instalado em seu computador ou em um dispositivo móvel. Uma vez instalado, a sua carteira, que irá gerar o seu primeiro endereço Bitcoin e você pode criar mais cada vez que você precisar. Você pode enviar um de seu endereço Bitcoin para seus amigos para que eles possam pagar, ou vice-versa, você pode pagar a seus amigos se você conseguir seus endereços. Na verdade, é muito semelhante à forma como funciona e-mail. Então, tudo o que resta a fazer agora é obter algumas bitcoins e mantê-los seguros. Para começar a usar Bitcoin não é necessário entender todos os detalhes técnicos.

Caso alguém tenha mais curiosidades sobre essa moeda segue os link abaixo: 


https://bitcointalk.org/index.php?topic=175821.0

Ninguém sabe qual será o futuro desta moeda, mas vale muito a pena entender como ele funciona.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Função Servidor DNS

O sistema de nome de domínio (DNS) é um sistema que nomeia computadores e serviços de rede e é organizado em uma hierarquia de domínios. As redes TCP/IP, como a Internet, usam DNS para localizar computadores e serviços através de nomes amigáveis.
Para facilitar o uso dos recursos da rede, sistemas de nomes como o DNS oferecem uma forma de mapear o nome amigável de um computador ou serviço para outras informações associadas a esse nome, como seu endereço IP. Um nome amigável é mais facilmente aprendido e lembrado do que endereços numéricos que os computadores usam para comunicar-se em rede.

Um servidor DNS oferece resolução de nome para redes baseadas em TCP/IP. Ou seja, possibilita que usuários de computadores clientes usem nomes, em vez de endereços IP numéricos, para identificar hosts remotos. Um computador cliente envia o nome de um host remoto a um servidor DNS, que responde com o endereço IP correspondente. O computador cliente pode, então, enviar mensagens diretamente ao endereço IP do host remoto. Se o servidor DNS não tiver uma entrada em seu banco de dados para o host remoto, pode responder ao cliente com o endereço de um servidor DNS que mais provavelmente tem informações sobre esse host remoto, ou consultar outro servidor DNS. Esse processo pode ocorrer recursivamente até que cada computador cliente receba o endereço IP ou é definido que o nome consultado não pertence a um host nesse namespace DNS específico.

Todas as redes TCP/IP além daquelas mais simples exigem acesso a um ou mais servidores DNS para que funcionem corretamente. Sem a resolução de nome e os outros serviços oferecidos pelos servidores DNS, o acesso de clientes a computadores host remotos seria enormemente difícil. Por exemplo, sem acesso a um servidor DNS, a navegação na World Wide Web seria praticamente impossível: a grande maioria dos links de hipertexto publicada na Web usa o nome DNS de hosts da Web, não seus endereços IP. O mesmo princípio é aplicável a intranets, pois os usuários dos computadores raramente conhecem os endereços IP dos computadores em sua rede local (LAN).



Existem 13 servidores DNS raiz no mundo todo e sem eles a Internet não funcionaria. Destes, dez estão localizados nos Estados Unidos da América, um na Ásia e dois na Europa. Para Aumentar a base instalada destes servidores, foram criadas réplicas localizadas por todo o mundo, inclusive no Brasil desde 2003.
Ou seja, os servidores de diretórios responsáveis por prover informações como nomes e endereços das máquinas são normalmente chamados servidores de nomes. Na Internet, os serviços de nomes usado é o DNS, que apresenta uma arquitetura cliente/servidor, podendo envolver vários servidores DNS na resposta a uma consulta.